era um pressentimento antigo dentro de mim,
há muito, na expressão que havia em sua face
via que o nosso amor ia chegando ao fim...
Hoje, para encontrá-la, eu quase que não vim...
Era o medo covarde deste desenlace...
E tudo terminou... e foi melhor assim
talvez, para você, que tudo terminasse...
Nosso amor, - e ninguém há de saber por que,
morreu (bem que o sentimos pelo nosso olhar),
e não somos culpados nem eu, nem você...
E o que é estranho afinal é que tudo acabasse,
sem que nenhum de nós falasse em terminar,
- e assim como se tudo ainda continuasse...

Nosso amor, - e ninguém há de saber por que,
morreu (bem que o sentimos pelo nosso olhar),
e não somos culpados nem eu, nem você...
E o que é estranho afinal é que tudo acabasse,
sem que nenhum de nós falasse em terminar,
- e assim como se tudo ainda continuasse...
( Poema de JG de Araujo Jorge extraído do livro
"Os Mais Belos Poemas Que O Amor Inspirou"
Vol. I - 1)

2 comentários:
Linda Flávia!
Tudo bem? Espero que sim.
Caramba, que saudade!
Eu ando meio distante dos blogs por causa da correria, mas sempre passo visitar os amigos quando dá.
Araújo Jorge é um dos meus poetas favoritos. Me emociono demais com os poemas dele.
Sempre que puder, estarei de volta.
:)
Beijo grande e linda semana pra vc!
Flávia,
Estou organizando um amigo secreto de livros no Universo Literário.
Vamos participar?
Vai ser legal!
Corre lá!
http://universoliterario1.blogspot.com/
Postar um comentário